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É melhor substituir ou consertar para-brisa de caminhão?

É melhor substituir ou consertar para-brisa de caminhão?

As rodovias podem ser cheias de surpresas e muitas vezes serem imprevisíveis aos motoristas. Com isso, alguns objetos podem causar danos ao para-brisa de caminhão como pedras, granizo, entre ouros fatores. Além disso, há o risco de colisão que podem também causar danos.

Nesse caso, o conserto do para-brisa faz-se necessário. Em alguns casos, é possível fazer apenas o reparo, sendo assim não há necessidade de fazer a troca e gerar mais gastos ao dono do veículo.

Esse tipo de serviço tem um valor bem mais acessível e pode ser feito rapidamente, podendo o motorista seguir para a sua viagem no mesmo dia.

O importante é ter consciência de que não deve seguir a viagem, sem fazer este reparo, pois segundo o Contran (Conselho Nacional de Trânsito), essa é uma infração grave, pois coloca em risco vidas.

Aos danos que são irreversíveis, o gasto é maior e necessita a troca do para-brisa de caminhão para que não haja o risco de acidentes e/ou multa.

Caso o condutor do veículo não esteja por dentro de preços do mercado quanto à troca ou conserto do para-brisa, o indicado é fazer uma avalição e pesquisa de mercado, de preferência em locais que ele já tenha confiança ou que sejam de boa indicação.

Vale ressaltar que a Legislação enxerga a reparação de qualquer dano obrigatória. Com isso, não cabe ao motorista decidir qual o melhor momento para a troca ou reparo. Ela deve ser imediata.

Além disso, dependendo do dano causado, o conserto pode ficar em aproximadamente R$50,00 e ser reparado em apenas 30 minutos, podendo assim, o motorista seguir viagem tranquilamente.

Muitos caminhões também, possuem seguros que cobrem danos menores como os causados por pedras e fatores do tempo. O ideal então, é primeiro fazer a checagem com a seguradora antes de pedir o reparo por conta própria.

Com isso, fica mais fácil identificar o problema e descobrir qual a melhor maneira de resolvê-lo.

Para-brisa de caminhão: Quais as regras para o uso adequado?

Se já ouviu falar em para-brisa sabe qual sua importância para os veículos. Quando se trata de caminhão, alguns cuidados devem ser redobrados. O para-brisa de caminhão deve estar em dia com as normas e ser usado de forma adequada para evitar acidentes e multas.

O ideal é não instalar películas de vidro no para-brisa. Isso porque dependendo da maneira com que ela for instalada pode sobrepor a banha degradê, o que gera vários problemas aos motoristas.

Para que o dono do veículo não tenha nenhum problema com a lei e principalmente, não corra riscos de acidentes, colocando a própria vida em risco e também dos outros, várias situações devem ser verificadas antes de instalar o para-brisa no caminhão ou resolver adicionar algum acessório.

Apesar de ser tentador deixar o amigo de viagem e companheiro de estrada com a cara do dono e personalizá-lo, o mais importante é evitar alguns fatores de risco.

Para quem ainda não conhece esses fatores que fazem com que o para-brisa de caminhão cumpra algumas regras, evitando gastos indesejados com multas e acidentes, confira uma lista.

Acessórios para caminhão que não são permitidos

Além da película de vidro que deve ser colocada com muita atenção ou em alguns casos, nem deve ser adicionada ao veículo, é importante também estar atento à alguns detalhes que pode fazer com que o motorista tenha muitos problemas, por exemplo:

• Painéis de iluminação
Instalar painéis de iluminação na parte inferior do para-brisa de caminhão não é permitido. Os casos que são permitidos é a instalação na parte superior com o intuito de dar alguma informação, como é o caso de ônibus de transporte coletivo.

• Uso de adesivos
Utilizar adesivos no para-brisa é proibido segundo a lei de segurança. Além disso, o uso de adesivos no vidro traseiro também se aplica a mesma regra. Isso acontece, pois podem atrapalhar a visibilidade do motorista e causar algum acidente por causa disso. Esse tipo de infração é caracterizada como grave e gera multas.

• Acessórios
Qualquer acessório que atrapalhe a viagem segura e tranquila do caminhoneiro é proibido por lei. O para-brisa de caminhão e o vidro traseiro devem estar sem nenhuma interferência na segurança.

Alguns objetos porém, podem ser adicionados ao para-brisa de caminhão, desde que esteja de acordo com a lei. É importante estar ciente dos riscos ao decidir “enfeitar” o veículo e estar atento às leis de trânsito para garantir em primeiro lugar a segurança.

Quais são as regras sobre para-brisa de caminhão?

O para-brisa é um dos componentes obrigatórios do caminhão que serve para a proteção do motorista que, geralmente, passa boa parte dos dias na estrada. Tem um papel fundamental no desempenho do veículo e atua em conjunto com o limpador e lavador de para-brisa.

Sua função além de proteger, é também garantir uma visão privilegiada sem interferências de acessórios e até mesmo sujeira. Trabalham em conjunto para garantir a segurança do motorista e de possíveis passageiros.

Na estrada, muitas situações devem ser consideradas, inclusive a ida e vinda de outros veículos que, em casos de acidentes podem ser atingidos também. Daí a importância de se manter em dia com a segurança e funcionalidade do veículo, garantindo ao para-brisa de caminhão, um desempenho ideal de sua função.

O para-brisa deve ser fabricado com vidro laminado, ou seja, é necessário que ele seja composto por duas lâminas de vidro e uma de plástico no meio e deve conter informações de fabricação, estando em conformidade com o Inmetro.

Os danos em para-brisas de caminhão, sejam trincas ou fraturas, não devem estar em áreas que atrapalham a visão do motorista e deve ser reparado o mais rápido possível. Há casos em que os reparos não são possíveis, tendo que fazer a troca total do para-brisa.

O descumprimento das regras gera penalidades que pode causar muitos problemas à vida do motorista, podendo até ter seu veículo apreendido. Além disso, caso pego em alguma irregularidade quanto ao para-brisa de caminhão, o condutor do veículo deve pagar multa e perder pontos em sua habilitação.

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Ter um veículo do ano, todo completo é muito satisfatório para os amantes das 4 rodas, não é verdade? Principalmente na ocasião em que sentamos em bancos de couro e todo o estofamento interno nos dá um bem-estar na ocasião de dirigir, certo?!

Para você que prefere o conforto dos bancos de couro , aqui vai tudo em relação ao que você precisa conhecer acerca deste item que dá um ar de refinamento em seu carro!

Banco de couro ou tecido: benefícios e males de cada um

banco-de-couro Passamos várias horas dentro do automóvel, seja no trânsito do dia a dia ou na ocasião em que vamos viajar. Por isso, ter um veículo aconchegante é bastante essencial, e parte deste aconchego encontra-se no material do banco.

Há opções para estofamento em couro ou tecido, e cada um destes materiais tem suas vantagens e desvantagens. Neste texto,Nesse texto, vamos mostrar quais são elas, para que você possa optar pelo estofamento que mais atenda sua vontade e preferência. Veja a seguir!

Couro animal

Como o próprio nome mostra, esse tipo de revestimento para banco é fabricado com couro de proveniência animal, parte constituinte da sua pele que é endurecida e preservada da deterioração. Este material é sinônimo de prestígio, e por essa razão, tomado como luxuoso.

O banco de automóvel revestido com couro é muito desejado. Mas, a grande parte dos indivíduos opta por esse aparato pelo realce que ele fornece e não por saber as suas vantagens. Conheça quais são as suas vantagens e desvantagens:

Vantagens

Além de ser um material nobre, como foi mencionado, o couro também tem uma aparência bem agradável, que faz com que o veículo se torne charmoso, ou, então, renova o seu interior por causa da aparência e seu estofamento.

O couro é fácil de realizar a higiene, pois sua superfície não acumula poeira. Ele também é impermeável, e isto possibilita esterelizar líquidos que sejam derramados. E existem produtos destinados para limpeza do couro, o que ajuda a preservar a aparência outra vez.

O fato de não juntar poeira coíbe a reprodução de ácaros e fungos no assento, e esta é uma excelente vantagem para indivíduos alérgicos ou sensíveis a estes agentes. A essência desse material ainda impede os cheiros desagradáveis e, como ele consegue ser facilmente limpo, mantém-se com um ótimo aroma.

Para os veículos com ar-condicionado, o couro auxilia a preservar o clima agradável no interior do veículo em temperaturas quentes, visto que possibilita o resfriamento do ar.

Males

Como é de se esperar, o couro, sendo nobre, tem um valor mais elevado em comparação aos outros estofamentos, e isso exige um gasto maior. O aparato também é capaz de ressecar com naturalidade, principalmente pela ação do sol – o que vai requerer um cuidado especial com a hidratação, que tem a necessidade de ser constante.

O couro ainda se preserva com a temperatura conforme o ambiente. Logo, em dias quentes ele é quente, e em temperaturas frias ele é frio, o que pode causar incômodo se o automóvel não tiver ajuste de temperatura nos assentos.

A pigmentação do revestimento de couro é adquirida por intermédio de tingimento, e ao longo do tempo, o material é capaz de descolorir ou ficar manchado.

Couro sintético

No caso do banco de couro sintético, ele é produzido com materiais que imitam o couro animal, e sua composição pode ser totalmente sintética ou incluir uma porção de couro legítimo. No entanto, seu preço é mais baixo e sua qualidade inferior ao couro original. Porém ele possui também vantagens e desvantagens. Observe:

Vantagem

O couro sintético é considerado um aparato ecológico e, devido a isso, é capaz de ser uma boa opção para quem quer o aspecto do couro, contudo deseja algo mais sustentável. Como mencionado, seu preço é menor em relação ao couro original, sendo capaz de ser até 40% mais em conta do que o primeiro.

A limpeza do couro sintético também é simples de ser efetuada, bastando um tecido úmido. Ainda por cima, sua hidratação não precisa ser tão constante quanto a do couro espécime.

Males

Os pontos nos quais o couro sintético apresenta prejuízo encontram-se no fato de que ele esquenta mais em comparação ao couro animal e inclusive não admite a transpiração da pele, ocasionando desconforto em dias mais quentes.

A sua longevidade também é inferior, e este material é capaz de rasgar com mais facilidade ou exibir desgastes.

Banco de tecido

Os bancos de tecido são os mais frequentes e acham-se presentes também nos modelos de automóvel de parâmetro mais elevado. Esta é uma alternativa mais em conta em relação aos 2 modelos de couro, e também conta com prós e contras.

Benefícios

O tecido é mais aprazível para qualquer clima. Dessa forma, sendo um dia quente ou frio, o banco estará aconchegante aos ocupantes do veículo. Os reparos nesse tipo de aparato são inclusive mais fáceis de serem feitos e, por isso, pesam menos no bolso. Esse material é capaz de ser lavado e higienizado: a higienização profissional é capaz de extiguir toda a impureza e melhorar a aparência do banco.

Sua durabilidade é condicional, pois depende da qualidade das tramas do tecido usado, se o uso do automóvel é muito habitual e o modelo de roupa dos passageiros, pois algumas podem gerar maior atrito e danificar o tecido.

Contras

A principal desvantagem do banco de tecido é que este material concentra muita poeira e é capaz de proliferar ácaros. O tecido inclusive é capaz de ficar com mau cheiro motivado pelo ajuntamento de impurezas ou então pela umidade do ar que ele retém, sendo capaz de ocasionar o mofo.

Outra desvantagem é que o pano não é impermeável, deste modo, líquidos derramados no banco são absorvidos de forma rápida e atingem a espuma do conjunto. Isto tem grande chance de causar mau cheiro, bolor e inclusive manchas no banco.

Entretanto, qual é o melhor: o banco de couro ou tecido?

Como você pôde ver, tanto o couro como o pano têm suas vantagens e desvantagens. Dessa maneira, o melhor é compreender as vantagens e desvantagens e relacioná-las com suas predileções e com aquilo que você espera para o seu carro e seu conforto.

Escolher entre banco de couro ou tecido é uma escolha particular, e cada pessoa conta com o seu ponto de vista a respeito desses aparatos. Consequentemente, avalie as características de cada um, seu orçamento, pense naquilo que você tem necessidade e, ainda, considere a opinião da seus parentes, que irá utilizar o automóvel com você. Dessa maneira, você irá poder optar pelo banco de couro ou tecido com a certeza de ter feito a melhor escolha!

Sugestões para escolher o banco de couro de seu veículo

Além de valorizar o aspecto do veículo, o couro possui, naturalmente, uma vida útil maior do que outros aparatos. E a fim de fazer sua durabilidade prolongar-se, é necessário tomar alguns cuidados primordiais.

O couro é feito de pele animal, no entanto é fundamental analisar a qualidade e legitimidade do revestimento. Caso você vá até uma loja trocar o seu banco e receber um desconto considerável, suspeite. Alguns locais fornecem outros materiais, como o vinil e o plástico, ao invés do couro sem o cliente ter noção.

Por essa razão, o mais adequado é realizar a substituição em um profissional confiável.

Após conhecer mais acerca dos benefícios, zelos e onde vai fazer a alteração do seu estofamento, você irá selecionar a nova coloração dos seus bancos. Há opções no mercado para todos os estilos, para quem gosta de tonalidades mais discretas pode optar pelo clássico escuro, pelo cinza ou pelo marrom.

Para quem gosta de um toque variado, pode escolher cores menos escuras, bem como o bege ou os couros multicoloridos, como o vermelho, o azul e até o branco. É bom recordar que cores claras sujam com mais frequência se comparado às escuras.

Como escolher o adequado revestimento em couro para seu carro?

Os compradores que pensam em envolver o banco do veículo com couro necessitam de estar alertas à qualidade do produto a ser adquirido.

Algumas dicas podem facilitar a escolha por um material autêntico e que tenha durabilidade:

1 – A coloração do couro, por exemplo, tem que ser a mesma tanto na frente quanto no verso. Desconfie se ele apresentar cores diferentes, uma vez que é capaz de ser um aviso de que o procedimento de “varação”, ciclo que a tinta leva para atravessar o couro, não foi efetuado adequadamente, sendo capaz de desbotar futuramente.

2 -As “raspas de couro” é um subproduto do couro e por este motivo não pode ser tido como um produto legítimo. Empresas que cobram preços muito inferiores aos praticados no mercado podem estar comercializando esse tipo de material.

3 – Itens como camurça sintética, vinil e plástico também podem ser vendidos como couro e ter valor reduzido.

4 – Selecionar a empresa incumbido pela instalação também é fundamental para garantir a qualidade do couro.

5 -O prazo de garantia ofertado necessita ser superior a 365 dias, visto que os problemas da matéria-prima e imperfeições da instalação só começam a surgir depois de 6 meses de utilização. Ainda que o couro legítimo fique melhor com o decorrer do tempo.

6 -A instalação deve destacar-se por um bom acabamento, o revestimento em couro não pode mostrar rugas ou sobras, devendo seguir as angulações de cada banco e partes, tal como o encosto de cabeça, precisam ser costuradas manualmente.

CONHEÇA COMO CONSERVAR E REPARAR BANCOS DE COURO

manutencao-do-banco-de-couro Estudiosos afirmam que pequenos consertos podem ser feitos em peças com danos causados por cigarros ou esfoladas pelo uso. Como o revestimento é costurado em pedaços, várias vezes é capaz de se trocar só a parte danificada.

No entanto, em certos casos, o melhor é substituir toda peça em volta da avariada, visto que, diversas vezes, de um lote para outro há diferença de tonalidade do couro. O mais dispendioso é a mão de obra e neste caso trocar toda a peça não faria tanta diferença no valor final do conserto.

Em determinados casos, se o dano for unicamente um pequeno arranhão, o reparo é capaz de ser desenvolvido com pintura no lugar lesado sem ter a necessidade de retirar a peça. Para que reparos desta maneira sejam realizados, o dano não pode passar da superfície da coloração. Este serviço possui um valor mais em conta para o freguês.

Airbags laterais

Em tipos com airbags laterais frontais instalados no banco são precisos zelos específicos na ocasião de reparar o revestimento. Por causa disso é ótimo sempre examinar o manual do automóvel. Se o guia não sanar todos os questionamentos, o mais adequado é procurar uma concessionária autorizada para ter uma orientação profissional.

A Fiat, por exemplo, afirma que a retirada e a recolocação do side bag com cover plástico (aqueles que possui uma cobertura saliente) necessitará de ser feita só por profissionais de sua rede de concessionários.

Já em bancos cujo side bag não tenha o cover plástico, o revestimento de couro nunca poderá ser reparado. A capa sempre deverá ser trocada só por uma original, e a substituição terá que ser efetuada na concessionária.

A mesma orientação é dividida pela japonesa Nissan. Os modelos Altima e o Sentra possuem o side bag no encosto dos bancos.

Assim como a Fiat o revestimento não pode ser reparado e deve ser substituído a capa completa por uma original.

“Nos side bags sem o cover plático existe uma ‘fragilização’ proposital na zona de abertura do side bag para a deflagração certa da bolsa (tempo de abertura e direcionamento). Nesta região existe um controle eletrônico do número de pontos da costura além de um controle rigoroso das características mecânicas do material da linha usada”, alega a Nissan.

Fornecedor – Tapeçaria Alemão

A Tapeçaria Alemão é respeitada por todo o território nacional. No estado de São Paulo, é líder de mercado há muito tempo por causa da qualidade inquestionável dos serviços executados e fascinante matéria-prima usada na preparação dos revestimentos.

Fornecedor – Banco de Couro BH

A Banco de Couro BH possui o intuito de oferecer revestimentos em couro para o interior de seu veículo, qualquer que seja a marca ou modelo de seu veículo, com inigualável qualidade e custos imbatíveis! Para tal caso, sua parceria com as maiores empresas do ramo de couro automotivo do estado de Minas Gerais, permite a eles fornecer custos de até quarenta por cento abaixo aos praticados no mercado, preservando a mesma qualidade de padrão que você acha nas Concessionárias.

HIDRATANTE DE COURO

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Deixar os bancos de couro hidratados dá um encanto especial e causa completa diferença no momento de negociar o veículo. Com o decorrer do tempo, o assento fica desgastado e acumula sujeira na superfície.

Hidratação do Couro: veja como preservar os bancos do seu carro caprichados!

Engana-se quem acha que o banco de couro automotivo, por ser mais rígido, demanda menos zelos que o de tecido.

Caso não seja feita a conservação da forma apropriada, o couro é capaz de rachar e até desbotar ao longo dos dias. E, certamente, isto é uma coisa que afeta a aparência do seu automóvel.

Neste post, daremos sugestões para você efetuar a higienização e hidratação do couro e preservar o seu revestimento com aparência de novo por muito mais tempo. Leia o texto e fique por dentro!

Como higienizar o banco de couro do seu automóvel?

Antes de fazer hidratação do couro é preciso ter determinados cuidados com a limpeza. Isso pelo motivo de a tintura da roupa, transpiração, chaves, poeira aglomerada e até o transporte de crianças que geralmente deixam alimentos cair sobre os bancos criam uma camada de impureza que necessita ser retirada.

Para isso, use uma bucha macia e sabão ou detergente neutro diluído em água. Nas partes da costura, que demonstram impurezas mais difíceis, você pode usar uma escova esfregando graciosamente, com o cuidado de não desgastar o revestimento. A secagem deve ser efetuada com um pano seco.

Caso o revestimento apresente manchas difíceis, muito provavelmente, será precisa a limpeza por um profissional. Jamais utilize produtos abrasivos ou força excessiva para tentar retirá-las, isso poderá estragar o banco do seu carro.

Após a higienização, o couro vai estar pronto para receber a hidratação!

Qual o padrão de hidratante você deve selecionar?

Estudiosos indicam que quanto mais fino for o hidratante, melhor vai ser a absorção do couro. Além disso, dê prioridade a hidratantes líquidos de ótima qualidade, já que eles espalham mais facilmente e de maneira uniforme.

Outro aspecto fundamental a se notar é o aroma do produto. Mesmo que a fragrância dure poucos dias ou semanas, não será prazeroso habituar-se com um odor forte ou que não agrade seu olfato.

Como realizar a aplicação adequada do hidratante?

A hidratação deve ser feita de forma harmoniosa. Portanto, o certo é espalhar o hidratante em quantidades iguais em todo o revestimento do couro.

Deixe agir por cerca de 40 minutos. Depois deste tempo, caso você note pontos com maior concentração de produto, passe uma flanela seca para retirar os excessos.

A fim de não errar, dê preferência a uma hidratação feita por um especialista a cada dois meses, ao menos.

É certo utilizar creme corporal para hidratação do couro?

Diversas pessoas fazem emprego de cremes corporais para hidratar o couro automotivo. Apesar de ser habitual ouvir que o resultado é bom e barato, essa prática não é sugerida por estudiosos.

Verifica-se que o creme corporal é um cosmético com tarefas distintas aos produtos elaborados para aplicação no couro do seu automóvel. E o motivo é muito simples: a pele humana é diferente do couro automotivo.

Cremes corporais não efetivam bem a higienização e uma hidratação profunda. E o pior: são capazes de deixar o banco com aspecto melado e escorregadio, reduzir sua durabilidade, aglomerar resíduos e, inclusive, exalar componentes que engorduram os vidros.

Ainda que os cremes corporais aromatizem o veículo e passem uma falsa sensação de limpeza e hidratação, dê preferência a produtos automotivos que cumprem a tarefa e entregam melhores resultados.

A hidratação do couro deve ser realizada em qual ciclo de tempo?

O prazo recomendado para a hidratação do couro automotivo varia de acordo com a região do país e a coloração do revestimento.

Regiões de clima quente requerem a utilização habitual do ar condicionado, que retira umidade do ar e tende a ressecar o couro. Para esses acontecimentos, o indicado é fazer a hidratação a cada 2 meses.

Para regiões de climas mais agradáveis e molhados, a hidratação poderá ser realizada a cada 4 meses.

Caso a tonalidade do couro seja mais clara, pode ser preciso uma higienização semanal. O que reduz também o ciclo de tempo para hidratação.

E as frotas, requerem zelos específicos?

Agora que você já sabe tratar dos bancos do seu carro, chegou a hora de falarmos da gestão de frotas: na verdade, frotas comerciais inúmeras vezes utilizam bancos em couro já que fornecem maior aconchego e requinte para condutores e ocupantes – quer dizer, o seu cliente!

Imagine um taxista ou motorista de aplicativo o qual transporta seus passageiros ao passo que os bancos acham-se sujos ou melados. Essa será uma experiência frustrante para o cliente e, muito provavelmente, irá resultar em avaliações negativas e menos oportunidades ao condutor.

Leve em consideração que os veículos descrevem a imagem do seu negócio no trânsito e podem otimizar o contato com os clientes – além de ser o lugar que o condutor vai passar a maior parte do seu dia. Portanto, o zelo com o couro tem a necessidade de ser uma preocupação recorrente.

Acompanhe essas dicas e tenha os bancos do seu automóvel e da sua empresa constantemente higienizados e com aparência de novos!

TESTE DO PRODUTO

Várias vezes não notamos e só depois de limpo que observamos a diferença da formosura do couro. Fazer uma manutenção habitual para hidratar o couro é importante. Observe este teste com 5 produtos. Confira a pesquisa:

1. TecClean

Valor: R$ 5, 27

Quantidade: 200 ml

O hidratante renovador de couro Tec Clean, da marca Tecbril, é o mais acessível de todos e mesmo com o baixo preço, o produto é eficaz. Ele hidrata o couro e deixa um cheiro refrescante no carro. O custo-benefício é compensatório. Por ser mais pastoso que os hidratantes importados, o TecClean demanda mais cautela na aplicação, necessitando espalhá-lo por mais tempo. O problema encontra-se na embalagem, a tampinha solta facilmente e caso não tenha cuidado é capaz de derramar todo o produto.

2. Meguiar’s Gold Class

Preço: R$ 87, 90

Tamanho: 400 ml

O Hidratante de couro da Meguiar’s é o mais caro, porém vale o preço. O produto importado cumpre a função de realizar a higiene e hidratar o banco de forma perfeita. Comparando com as outras marcas, o Meguiar’s foi o que mais rendeu, necessitando de menos quantidade para espalhar. Mesmo sem o formato de spray a sua saída é funcional e a aplicação é muito prática. O aroma não é forte e foi o que melhor tirou a impureza dos veículos e deixou o couro brilhando.

3. Mothers

Valor: R$ 85, 90

Quantidade: 710 ml

O hidratante importado da Mothers opera satisfatoriamente, deixando o couro reluzente e limpo. Por ser bastante líquido, a sua maior vantagem é a naturalidade de espalhar. O bico de spray também ajuda na aplicação, no entanto é preciso tomar cuidado para não espirrar o produto em outras partes do automóvel. O preço não é camarada, entretanto o produto possui 710 ml e rende muito. O ponto negativo é o cheiro intenso que deixa no veículo.

4. Hidratante Corporal Nivea

Preço: R$ 9, 90

Tamanho: 200 ml

Muita gente faz isso, mas usar hidratante corporal no couro do veículo não é aconselhado. O banco fica melado e escorregadio, não alcançando o efeito esperado. Ao aplicar o produto, ele mais perfumou o carro que hidratou. O creme da Nivea esteve longe do item de limpeza e não conseguimos um bom resultado.

5. Cartech

Preço: R$ 27, 03

Tamanho: 200 ml

O produto da Cartech também é uma boa alternativa. Ele é neutro, não deixa aroma no carro e hidrata o couro. O banco não fica tão reluzente como os dos produtos importados, entretanto retirou a sujeira. A aplicação é mais demorada porque o hidratante é pastoso, por isto, é necessário espalhar bastante.

Dicas de aplicação:

Veja certas dicas, instruindo como hidratar o couro do veículo:

– Antes de realizar a aplicação, é imprescindível retirar a poeira da área que será hidratada.

– Aplique o produto em uma flanela primeiro e não diretamente no banco. Em casos mais complicados use uma escovinha para ajudar na aplicação.

– Ao longo do procedimento não ponha muita força e faça movimentos circulares. O hidratante será absorvido na parte superior do banco e não na espuma.

– Se o banco estiver demasiadamente sujo, deixe o veículo no sol por certo tempo. O calor vai abrir os poros do couro e vai facilitar a limpeza.

– O mais adequado é hidratar e higienizar o couro duas vezes por ano.

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Veja como utilizar a embreagem do seu automóvel

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Você condutor, que encara o fluxo cotidiano de grandes metrópoles, precisa realizar vários controles de embreagem todos os dias, não é verdade? No entanto você já parou para entender como ela atua? Conheça mais em relação a este fundamental componente do veículo, agora!
A embraiagem (português proveniente da europa) ou embreagem ( português do Brasil ) é o equipamento usado em muitos automóveis, para transmitir a rotação do volante do motor para as engrenagens da caixa de velocidades o qual, por seu turno, irá desmultiplicar esta rotação ( dependendo da engrenagem – ou modificação – escolhida ) e delocá–la para o diferencial por meio do eixo.
A transmissão entre o volante, firmado por intermédio de parafusos à cambota, e a caixa de velocidades acontece mediante a compressão do disco, um disco delgado de aço de elevada dureza cujas faces acham-se cobertas com um material de fricção, contra o volante do motor.
Na ocasião em que o disco está pregado contra o volante, a força de aperto terá que ser bastante grande a fim de não conceder deslizes entre ambas as superfícies – patinagem.
O disco, na sua posição bem natural, é premido contra o volante por meio do prato de pressão. Com a compressão do pedal, as molas (ou outro sistema de pressão, bem como a embreagem de diafragma) atenuam a pressão do prato, anulando o contato do disco com o volante e, consequentemente, interrompendo a transmissão de força motriz para a caixa de velocidades.
É de ressaltar que, neste momento, acontece uma gradativa perda de sincronização entre a rotação da cambota e o veio primário da caixa de velocidades.
Em algumas situações, os motoristas decidem por mandar fortalecer ela de maneira a resistir binários maiores e desta forma aumentar a sua duração. Este reforço poderá ser em cerâmica ou kevlar e é bastante empregado em carros modificados (tuning).
Tipicamente este item é mudado entre os 120. 000km e 180. 000km, mas consoante o modo de condução irá poder gastar-se ao fim de apenas 40.000 km. Em certas ocasiões, também é preciso substituir o volante motor.
E o que é o controle de embreagem, afinal de contas?
O controle de embreagem é o ato de brecar ou acelerar o carro usando-se apenas da embraiagem.
No Brasil, é uma das funções orientadas nos centros de formação de condutores para a avaliação do exame da Carteira Nacional de Habilitação.
E de que modo funciona?
Também chamado de ponto da embreagem, esta operação é feita empregando o pedal.
Em resumo, na ocasião em que acionamos o pedal estamos separando o disco dela do disco do motor. Na ocasião em que soltamos o pedal estamos ligando novamente os dois discos. Por essa razão que para passar as marchas necessitamos pisar no pedal antes, justamente para fazer este afastamento.
Aí, todas as vezes em que iremos sair com o automóvel nunca devemos soltar o pedal abruptamente. Caso façamos isso a ligação entre ambos discos vai ser demasiadamente violenta e o veículo vai estancar (morrer, etc). Neste momento, é necessário fazer o ponto da embreagem.
Funciona da seguinte maneira:

  • Com o carro estacionado, você necessita de estar com o pé no freio e na embreagem.
  • Bote a primeira marcha.
  • Então, comece a soltar o pedal da embreagem gradualmente, devagar, lentamente, até sentir uma vibração no automóvel.
  • Na ocasião em isso ocorrer, pare de soltar o pedal.
  • Realizado isto, retire o pé do freio e coloque levemente no acelerador.
  • Depois de dar uma curta e leve acelerada, solte o resto da embreagem progressivamente e pausadamente até o final para que o veículo entre em movimento.
  • Dependendo da condição, o carro já começa a deslocar-se sem você ficar acelerando, nesse caso é somente soltar levemente o restante da embreagem e começar a acelerar levemente.

Entenda o que é verdade e o que é mito no acionamento do pedal esquerdo!
Por qual razão o pedal começa a enrijecer em carros com dezenas de milhares de km rodados?
Isto ocorre graças ao desgaste do agrupamento. No momento em que acontece, a mola do disco já pode chegar a ter perdido de vinte a trinta por cento de sua maleabilidade. A mola do platô se deteriora com o uso, complicando todo o conjunto. Nestas condições, não existe outra alternativa: é necessário alterar o equipamento.
É verdade que não se deve acioná-la ao dar a partida?
Em termos Não há um entendimento a esse ponto de vista. Há quem declare que essa prática não traz proveito mecânico algum. E há quem diga que, ao acioná-la, atenua-se o peso no volante do motor, o que é geralmente aproveitável, especialmente quando a bateria está fraca para dar a partida.
É melhor dar a partida com a marcha engatada (pisando na embreagem)?
Identicamente não existe entendimento. Temos no mercado, além do mais, tipos manuais que só dão a partida com ela pressionada. Existe quem considere que, desta maneira, o óleo subiria mais acelerado a fim de lubrificar a caixa de câmbio. Entretanto, ao ligar o carro, os pistões se movem, lubrificando as paredes do cilindro. A agitação do óleo lubrifica o câmbio quando ele é movimentado.
Ao pressionar o pedal rapidamente e soltar (com a marcha engatada), o carro ganha velocidade?
Mentira. O que acontece é um tranco motivado pela retomada da aceleração do motor. Ao acioná-la, ocorre o desligamento rápido do motor com o câmbio e, consequentemente, com as rodas. Isso intensifica o desgaste do todo.
Posso partir da imobilidade com a segunda marcha engrenada?
Isso não é recomendado. Conduzir-se com o veículo em marcha mais alta que o indicado pode acometer o motor e a caixa de alternâncias. Diante disso, o motor exige uma marcha mais baixa para apropriar a potência à velocidade do automóvel. A potência mal gerenciada faz com que a transmissão funcione aos trancos, provocando desgastes.
Quais as consequências de se arranhar a marcha no decorrer das mudanças?
O engrene forçado ao longo da substituição de marchas pode romper ou arrancar “lascas” dos dentes das engrenagens do câmbio. Estas “lascas” caem no óleo de lubrificação do câmbio. Como o bujão do óleo é magnético, ele puxa essa limalha.

Como é constituído o Kit de Embreagem?

kit-de-embreagem Não se limite a pesquisar preços do kit de embreagem na internet, ou de qualquer outra forma, sem antes entender o que que contém nele!
Aqui, nós vamos explicar melhor como é constituído o kit com o objetivo de auxiliar mais satisfatoriamente você a decidir com critério.
A primeira questão que você deve recordar na ocasião em que estiver procurando um kit de embreagem é que ela não limita-se simplesmente ao pedal.
É um componente interno, que acha-se entre o motor e a transmissão. Este dispositivo não apenas permite a transmissão suave de potência para as rodas, como também propicia para o motorista desacoplar o motor e a transmissão, para a troca de marcha.
Para esse dispositivo, existem três partes envolvidas: placa de pressão, disco e volante.
Quando o automóvel está em movimento, molas ou um sistema hidráulico mantém a placa de compressão apertada contra o disco, comprimindo o disco no volante, proporcionando-lhe deste modo transportar força para as rodas.
Quando apertar o pedal, você libera a pressão na placa de pressão, diminuindo o aperto do disco no volante.
À medida que a pressão diminui, o disco passa a desengrenar vagarosamente, diminuindo a escala de potência transmitida para zero.
No momento em que você libera o pedal, o prato de pressão pressiona o disco de volta para o volante, restaurando a união, e retornando a transportar a força do motor para as rodas.

O que vem nele?

Qualquer condutor sabe da significatividade desse item, é um elemento rudimentar, entretanto de bastante relevância, efetuando a junção entre o motor e a transmissão. É a ponte entre o motor e as rodas.
Que nem qualquer parte móvel, particularmente uma que conduz uma porção gigante de pressão, este produto está suscetível de se desgastar e requer ser substituído após um certo tempo de utilização.
Uma das melhores formas de lidar com embreagens gastas ou velhas é obter um kit e trocar as peças desgastadas, ampliando a validade completa do veículo e prevenindo que as demais partes sejam prejudicadas pelo dano à este elemento.
Um kit é um agrupamento das partes da embreagem que, na maioria das vezes, carecem de reparação ou de substituição ao mesmo tempo.
A maioria inclui um mínimo de, pelo menos, um disco, uma placa de pressão/platô, e um rolamento especial. Como o disco em si depende de atrito para realizar a conexão entre o motor e a transmissão, ele eventualmente degrada-se, mesmo com o uso padrão.
Discos são apropriadamente como freios, o que sugere a inevitabilidade de troca, independentemente de quão atenciosamente você dirige. Placas de pressão e rolamentos também desgastam, apesar de que geralmente eles desgastem mais lentamente do que um disco.
Como todos estes itens são bastante dificultosos de alcançar, pois demandam a retirada da transmissão, eles são geralmente substituídos em agrupamento, com o kit completo, no intuito de poupar em custos de trabalho.
Se não fizer desse jeito, você terá de embolsar uma nova mão de obra, caso alguma parte deteriore após a primeira troca.

Em que ocasião fazer a modificação?

É fácil o suficiente dizer que você tem necessidade de um kit no momento em que sua embreagem está “patinando” (dificuldade para mudar de marcha), como também é uma das piores maneiras de relatar isso.
Na ocasião em que ela falhar integralmente, o estrago se expande apressadamente para outras partes do motor ou difusão. Certas ocorrências asseveram a essencialidade de substituição, como por exemplo:

  • Ao restaurar ou consertar um automóvel velho ( dez anos ou mais) – Um dos tópicos mais essenciais de uma recuperação integral é fazer com que cada parte do veículo atue perfeitamente, bem como no momento em que saiu da fábrica.
  • Na ocasião em que ela começa a “patinar” – O motorista sente como se estivesse perdendo potência, mesmo que o motor não diminua as rotações, e a velocidade do motor é capaz de até aumentar.
  • Cheiro de queimado – Já subiu um morro e percebeu um aroma de queimado forte na ocasião em que um automóvel estava tentando mudar as marchas? O que acontece é que, como a embreagem superaquece, ela pode tornar-se quente o bastante para o revestimento dela começar a queimar. Isto cria um odor singular e é mais um indício de que você tem necessidade de trocar o item o mais rápido que puder.
  • Ruído e instabilidade ao longo da condução – Selos podem vazar e causar a contaminação do óleo ao longo dos revestimentos do todo. No momento em que isso acontece, ele pode impedir que o disco se encaixe suavemente com o volante, com consequências previsíveis. Ela pode escorregar, ou “travar” na disseminação de repente, levando a inconsistência na direção.

Voltemos aos tipos de kit

Há permanentemente 3 opções de kit: original, genuíno, e paralelo. Você é capaz de achar todos os kits completos ou somente com certas peças. Porém, como recomendamos, não realize a troca das peças separadamente. Você vai, de fato, dobrar seus gastos se fizer isso.
Kit original – É o kit preparado pela mesma companhia que fornece as peças para a montadora do automóvel. Este kit é vendido, de modo geral, em estabelecimentos que não são concessionárias. Em geral, é o kit com a mais adequada relação entre custo/benefício.
Kit genuíno – É o kit disponibilizado pelas montadoras para as concessionárias. É o mesmo kit original, mas, geralmente, mais dispendioso.
Kit paralelo – É o kit fabricado por uma instituição que não oferece peças à montadora. A qualidade de um kit paralelo difere bastante de marca para marca, e de carro para carro. No geral, as peças paralelas são mais em conta. Porém se você não análise a qualidade do kit paralelo em clubes de automóveis, fóruns, e com ótimos mecânicos, você é capaz de terminar com um kit de péssima qualidade, e precisar refazer a modificação.
Exemplo de pesquisa: O kit para a Titan cento e cinquenta é bem caro nas concessionárias Honda. Pesquisando online, achei kit original ainda mais barato, e um kit paralelo pela metade do preço do original. Já um kit para um carro que não conta com mais peças produzidas, como o kit para o Honda Civic 2000, o original pode chegar até o triplo do valor de um paralelo.

5 dicas para desgastar menos as embreagens

1 – Jamais descanse o pé no pedal. Esta prática separa o platô do disco e ocasiona o lixamento do disco. Ao causar esse desgaste, o condutor gera o sobreaquecimento do dispositivo.
2 – Na ocasião em que, numa rampa, como por exemplo, utilize o freio de mão para ajudar no arranque do veículo. “Segurar” o carro na embreagem ainda prejudica o disco.
3 – Ao diminuir ou aumentar a velocidade, mude de marcha paulatinamente, sempre em ordem e segundo as rotações do motor. Isso fará com que as peças operem de forma suave.
4 – Quando o automóvel estiver estacionado no tráfego intenso, especialmente em engarrafamentos, o automóvel pode ficar em ponto morto, com o motorista com o pé no freio ou com o freio de mão puxado para o carro não mover-se, claro. Ficar com o automóvel em funcionamento imóvel com o pé no pedal força o sistema desnecessariamente.
5 – É fundamental acertar a sincronia entre soltar o pedal e acelerar o veículo para arrancar. Se você acelera demais e soltá-la pouco, acontece a famosa “queimada da embreagem”, fazendo com que o carro não desenvolva e cresça o gasto de combustível.

Atuador da embreagem

Tradicional a cabo

atuador-de-embreagem-a-cabo Neste tipo de conjunto o acionamento é feito por um cabo unido ao pedal e ao garfo que impulsiona o rolamento. No momento em que pressionado contra o platô, ocorre o isolamento entre o platô e o disco, desengatando o motor da alavanca de câmbio e possibilitando a mudança de marcha.

Hidráulica

atuador-de-embreagem-hidraulica A versão hidráulica usa óleo ( de modo geral, fluido de freio DOT 4) para ativar o conjunto através de cilindros e atuadores. Nela, possuímos o cilindro mestre, o cilindro escravo e o atuador hidráulico.

  • Cilindro mestre: esse cilindro se localiza próximo ao pedal, e é responsável por enviar ou libertar o fluxo do óleo ao cilindro escravo ou ao atuador. Ao pisar no pedal, o cilindro mestre pressiona o dispositivo e envia o fluído até o cilindro escravo ou atuador, que por sua vez ativa a embreagem. Estas peças integram o denominado sistema de acionamento, que é o conjunto de peças os quais acionam do kit (platô + disco).
  • Cilindro escravo: é externo à alavanca de câmbio (caixa de marcha), e ao receber o fluido emitido pelo cilindro mestre aciona o conjunto.
  • Atuador hidraulico: seu trabalho é similar ao do cilindro escravo, a diferença que ele fica dentro da caixa de câmbio, pressionando diretamente o platô.

Vantagens e contras da hidráulica

BenefíciosPrós
Maior longevidade
Pedal mais suave
Regulagem automática da altura do pedal
Desvantagens
Manutenção mais onerosa
Demanda inspeção do fluido
Não permite regular altura do pedal

Prós e contras da tradicional a cabo

Prós
Conservação mais barata
Admite ajuste da altura do pedal
Contras
Pedal mais carregado
Vida útil do cabo é mais baixa que a do sistema hidráulico
Altura do pedal sem ajustagem automática, pode ser desconfortável para certas pessoas
A ajustagem da estatura do pedal está tanto nos benefícios quanto nos males, isto pois certas pessoas contemplarem a ajustagem automática como algo proveitoso, já outras contemplarem a inviabilidade de regular a estatura como algo ruim.

Cabo de embreagem

cabo-de-embreagem O cabo de embreagem é encarregado pelo acionamento do sistema (Platô/ Disco/ Rolamento).
O procedimento dá-se início na ocasião em que o pedal é acionado, este movimento é conduzido pelo cabo, ou varão, até o garfo do rolamento, que vai pressionar a mola membrana, ou alavancas, do platô. Isso fará com que o disco seja liberado e, deste jeito, o torque do motor deixa de ser propagado ao câmbio.
Neste período, é ocasionada uma diferença de rotação entre o motor do automóvel e seu sistema de transmissão, por isso, quando liberamos o pedal, devemos fazê-lo de maneira suave e progressiva, a fim de nivelarmos as rotações e impedirmos trancos ou patinação abundante.
Atenção: Não se utiliza cabos em veículos pesados.
O mesmo deve ser substituído no momento em que se arrebenta, manifesta travamentos ou endurecimento ao ser acionado.
Dica: caso você possa trocar o cabo ao menos 1 vez anualmente, especialmente anterior a uma viagem, irá valer a pena, já que ficar na rodovia em função de um transtorno desses acaba sendo perigoso, e o cabo novo não é caro, é de fácil colocação e você viaja de cabeça fria.
O valor é capaz de alternar entre R$30 a R$70 Reais de acordo com o modelo.

Platô da embreagem

Platô da embreagem é uma porção do conjunto e é fundamental para a maciez da saída da imobilidade do automóvel. O mecanismo tem por fundamento soltar o motor do câmbio que é conectado diretamente às rodas do carro. É ela que possibilita o funcionamento do motor com o automóvel sem qualquer movimento, ou inclusive autoriza a mudança de marchas.
A tarefa do Platô é promover a conexão do disco com o volante do motor. Quando acionamos o pedal do sistema, aliviamos a peça sobre o disco, causando o desprendimento entre câmbio e motor. Por consequência, ao liberarmos o pedal, o platô pressiona o disco contra o volante do motor, estando o mecanismo fechado e atuante. Recordando que esta descrição vale para os carros que contém câmbio manual.

Peça é capaz de resistir muito

A embreagem é um conjunto que conta com por essência durar demasiados quilômetros quando utilizada de maneira correta. O platô é a peça que geralmente é desprezada, dado que todos falam para alterar o disco. Só que o Kit vem com todas as peças.
Desse jeito, a troca é conjunta. A fim de proteger o sistema e evitar trocas prematuras, pois um grupo pode resistir mais de 60.000 Km, você tem que evitar:

  • Repousar os pés sobre o pedal
  • Pisar no pedal em alta velocidade
  • Trafegar com excesso de peso
  • Conservar os pés no pedal com o automóvel imóvel e engrenado

Fique atento

Descer um câmbio mecânico para a alteração do platô, normalmente, é capaz de ser um serviço desgastante, perigoso e arriscado.
Especialmente se não forem tomadas os devidos cuidados e não for realizada uma análise criteriosa dos elementos mecânicos desse sistema. Bem como:
– avaria anormal do disco
– platô e empeno do volante do motor
Sem a merecida precaução que esse conjunto requer, a graxa pode ficar entre o disco e o volante, o disco pode ser instalado com a posição trocada, o conjunto pode não ficar alinhado, causando agitações e em casos extremos o platô pode danificar e tudo isso produz para você ainda mais serviço.

Kit de embreagem Luk

Definir um ótimo kit é bem essencial a fim de que você desembolse consoante a qualidade, aqui você irá entender melhor em relação ao coeficiente marca e qualidade!

Como saber qual é a mais apropriada marca de Embreagem?

“Qual é a mais apropriada marca de embreagem? “
Esta é uma das perguntas que mais ouvimos no nosso cotidiano.
Inicialmente devemos ter em mente quais são as marcas que fabricam as embragens para as montadoras.
E por quê?
Porque isto é o maior indício de que essas marcas de embreagens passaram pelos testes de qualidade dos fabricantes de veículos.
Estas são as marcas ditas de ” primeira qualidade “.
As mais conhecidas são: LUK, SACHS, VALEO e PEÇAS ORIGINAIS (Fiat, Gm, Vw, Ford).
Costumam ser essas marcas de embreagens que estão no interior das embalagens originais.
Contudo será que só uma marca é capaz de ser A MELHOR em todos os projetos que já fabricou? Complicado né?
Por causa disso nós não escolhemos UMA marca como sendo a mais apropriada, no entanto sim o seu projeto em determinada peça.
Vamos dar um exemplo:
O Kit Gol Ap 1. 8/2. 0. Várias Marcas preparam este kit para este automóvel: a Sachs, a Luk, a Valeo…
Para a gente vai valer quem construiu o adequado kit para esse veículo.
E para a gente o apropriado viria a ser aquele que dura mais e dá menos falhas, simples assim.
Contudo, devemos avaliar o custo também e por aí vai.

CONCLUSÃO SOBRE A MAIS ADEQUADA MARCA DE EMBREAGEM

Não existe a mais apropriada marca contudo, sim, AS MELHORES MARCAS. São elas:
LUK – SACHS – VALEO – EMBREAGENS ORIGINAIS GM/FIAT/FORD/VW.
Um kit Luk é capaz de alternar entre R$200 e R$700 Reais segundo o modelo, por conseguinte vale a pena dar uma estudada em diversas lojas e ver qual sai mais em conta.

Disco de embreagem

disco-de-embreagem O Disco de Embreagem é a ligação entre o motor e a transmissão do veículo. Conheça mais sobre este fundamental componente do conjunto:

Finalidade e Atividade

Função – Produzir o atrito preciso para conduzir a rotação do motor para o câmbio, permitindo acoplamentos suaves entre as mudanças de marchas, e filtrando as oscilações torcionais provenientes do motor. O conjunto possui inclusive a responsabilidade de defender o propulsor e o sistema de transmissão contra sobrecargas.
Atividade – O disco é pressionado pelo platô ao volante do motor, transmitindo o torque criado pelo motor à transmissão.
No momento em que acionamos o pedal, esse deslocamento é conduzido avistava cabo até o garfo, que apertando a mola membrana, solta o disco, interrompendo a transmissão de torque.

Atrito

A dificuldade com que uma face desliza em cima da outra é determinada pelo atrito.
O disco possui uma superfície desenvolvida para criar atrito suficiente a fim de conectar de maneira branda e transportar a rotação do volante de maneira completa.
Os discos têm revestimentos orgânicos constituídos fundamentalmente de fibras estruturais impregnadas com soluções de resina sintética, borracha, cargas orgânicas e minerais.
Esses modelos se enquadram tanto em transmissões mecânicas quanto automatizadas, diferentemente da propagação automática – que usa conversor de torque no lugar da embreagem.

Sintomas e Validade

Sintomas:

  • Acionamento pesado do pedal;
  • Dificuldade de engate das marchas;
  • Oscilação do pedal;
  • Transmissão de torque do motor patinando;
  • Ruídos no acionamento.

Vida Útil:
Aconselhamos substituir o disco a cada 60 mil km
* Veja o manual do Fabricante do seu carro.

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